Para incentivar o cultivo do trigo o Estado Português lançou esta campanha, através da qual atribuía uma série de regalias a quem o cultivasse. No Algarve esta traduziu-se por um aproveitamento dos terrenos da zona serrana, até aí incultos.
As consequências desta campanha levaram a um intenso aproveitamento agrícola dos terrenos pobres. Abandonou-se quase por completo o tradicional sistema de rotação de culturas, deixando de se cumprir os prazos minímos de pousio. Isto provocou um esgotamento dos solos.
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