• Estação Romana da Quinta da Abicada

    Estação Romana da Quinta da Abicada

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar - edifício tumular "Alcalar 7"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar - edifício tumular "Alcalar 7"

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar – interior do edifício tumular "Alcalar 7"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar – interior do edifício tumular "Alcalar 7"

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar – "Um dia na pré-história"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar – "Um dia na pré-história"

  • Castelo de Aljezur – Torre semi-cilindrica

    Castelo de Aljezur – Torre semi-cilindrica

  • Castelo de Aljezur – Muralha e acesso

    Castelo de Aljezur – Muralha e acesso

  • Ermida de N.S. de Guadalupe e Casa rural

    Ermida de N.S. de Guadalupe e Casa rural

  • Panorâmica da exposição no interior da Casa rural

    Panorâmica da exposição no interior da Casa rural

  • Castelo de Loulé – "Música nos Monumentos"

    Castelo de Loulé – "Música nos Monumentos"

  • Torreões do Castelo de Loulé

    Torreões do Castelo de Loulé

  • Ruínas Romanas de Milreu – Casa rural

    Ruínas Romanas de Milreu – Casa rural

  • Ruínas Romanas de Milreu – Pormenor de mosaico

    Ruínas Romanas de Milreu – Pormenor de mosaico

  • Castelo de Paderne

    Castelo de Paderne

  • Castelo de Paderne – Ruína da Ermida de N.S. da Assunção

    Castelo de Paderne – Ruína da Ermida de N.S. da Assunção

  • Ruína da Ermida de N.S. da Assunção - "Música nos Monumentos"

    Ruína da Ermida de N.S. da Assunção - "Música nos Monumentos"

  • Fortaleza e Promontório de Sagres

    Fortaleza e Promontório de Sagres

  • Capela de N.S. da Graça – "Música nos Monumentos"

    Capela de N.S. da Graça – "Música nos Monumentos"

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Cartaz

Inauguração de “Transmutações” de Milita Doré | Jazz de Hilária Kramer e João Madeira

No próximo dia 10 de Setembro, pelas 16 horas, terá lugar na Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe (Raposeira-Vila do Bispo) a inauguração da Intervenção “ Transmutações” da artista plástica Milita Doré.

Em “Transmutações” está presente a ideia de memória e da sua perda, de rasto, de lastro, podendo ser vista como uma reflexão sobre a transitoriedade da vida. Instalação patente até 30 de setembro.

"A imensidade do vazio, do buraco negro e do seu mistério, do amálgama da memória e do esquecimento...

Tudo o que não foi transmitido volta donde vem, ainda mais rico e mais sábio do que antes,  para o todo infinito. Levo comigo as recordações, os sentimentos, os pensamentos efémeros que não podem ser escritos por serem tão sentidos. Levo a leveza e volatilidade da vida." Milita Doré.

Pelas 17 horas irá acontecer o concerto de Jazz por João  Madeira (contrabaixo) e Hilária Kramer (trompete).

Esta é uma iniciativa produzida pela Tertúlia, Associação Sócio-Cultural de Aljezur, integrada no ciclo “Derivas Continentais” do programa DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos – 2016, promovido pela Direção Regional de Cultura do Algarve em parceria com agentes culturais da região.

 

Notas Biográficas

Milita Doré

Vive os seus primeiros 30 anos entre Paris e Cannes e regressa às suas origens algarvias em 1988. Nos últimos anos trabalha sobre o tema da igualdade de género e da mulher, utilizando vários médiuns. Em 2009/2010 frequenta as aulas de Teoria da Estética no Ar.Co. Participa nos cursos de Arte Contemporânea MOBILEHOME 2009, 2010 e 2012 organizados por Nuno Faria.

Em 2013 e 2014 é convidada pela AHME (Associação Humanitária de Mulheres Empreendedoras) a participar no projecto “Equal rights and equal duties” com a sua exposição “Mulher sem título”. É coordenadora da Exposição de Rua do Festival Med em Loulé durante quatro anos e participa na curadoria do mesmo em 2014 e 2015. Organiza e participa no projeto CORPO RESTRITO – Evento de Joalharia Contemporânea desde 2014. Frequenta as aulas na Licenciatura em Artes Visuais da FCHS, na UALG desde 2015.

 

João Madeira começou a estudar contrabaixo aos 12 anos, iniciando os seus estudos de escola clássica e enveredando mais tarde pelo desenvolvimento da improvisação e composição, impulsionado pelo tempo de permanência, inicialmente, com as diversas linguagens étnicas do mundo e por último, com a prática do jazz e da composição.

Frequentou o Conservatório de Lisboa com João Panta Nunes, desenvolvendo mais tarde os seus estudos com Jorge Lee.

Licenciou-se em Musicologia, tendo sido investigador para a candidatura do Fado a Património pela Unesco. Foi coordenador do Sector de Música na sede do INATEL. É professor de piano, guitarra, 1.º e 2.º ciclos.

Como músico, tem desde 1999 uma actividade intensa em diversos géneros musicais, mas é na música improvisada que encontra espaço para desenvolver a sua própria linguagem. Tocou e gravou com O.S.J., Camerata do Barreiro, Imbolc, Monte Lunai, Tchekhov Trio, Fernando Ferreira, Vasco Abranches, Paulo Chagas, Miguel Mira, Abdul Moimême, Ernesto Rodrigues, Eduardo Chagas, Hilaria Kramer, entre outros. No teatro e cinema, participou já como compositor, músico, sonoplasta e actor, tendo-se estreado com texto performativo num espetáculo onde fez a direção musical – “Para acabar, a partir A. Artaud”, em 2013, no Porto, onde já residiu.

Antes colaborou com Artistas Unidos, Companhia do Chapitô, Casa Conveniente e Organização. A solo destaca os seus projectos Aero – videoart/performance e Eterium – arte plástica de Paulo Teixeira Lopes. Em contexto de banda, o seu projecto em trio “Sopa da Pedra”, com Miguel Mira e Hilaria Kramer, que gravou em 2014 o seu primeiro cd. Actualmente a desenvolver outros projectos com: Paulo Curado, José Bruno Parrinha, Pedro Castello Lopes, Maria Radich, Carlos Godinho, Luís Vicente, Nuno Morão, Florian Stoffner, Carlos Sério, entre outros.

Leitor permanente, desde muito cedo que divide a sua paixão pela música com a literatura e a estética, tendo publicado um livro em 2002, "...E a Lua Forma-se Luar", pela Aríon Publicações.

 Hilária Kramer

Nascida em 1967 na Suíça, estuda trompete desde os 10 anos de idade. Frequenta a escola de Jazz St.Gallen com o Jazzgiant trompetista Benny Bailey e o pianista Art Lande de 1981 a 1985. Em 1985 começa a sua carreira internacional tocando em grupos e desenvolvendo projetos com músicos como: Steve Lacy, Gianluigi Trovesi, Joe Henderson, Sal Nistico, Chet Baker, Luca Flores, David Murray e muitos outros. Desde 2011, Kramer trabalha principalmente com o seu Quarteto "la Suite" (3 álbuns já lançados), com o jazzlyon Daniel Humair na bateria. H.Kramer vive entre a Suíça e Portugal, envolvendo-se com ambos os países em diversos projetos. Hilaria Kramer colaborou durante alguns anos no comité nacional do Sindicato dos Músicos Suíços (SMS 2005-2010), e fundou, em 2006, o AMIT, a associação de músicos profissionais do Sul da Suíça, da qual foi presidente entre 2006 e 2014, fazendo ainda parte do painel. Efectivamente, uma das suas suas competências é a conexão entre diferentes países através da transculturação dos eventos. Em 2014 ganha o prémio de melhor músico de Jazz na Suíça  (SUISA JAZZ AWARD). 

Cartaz

“Peregrinação. A partir dos painéis de São Vicente”

Tem lugar na Fortaleza de Sagres, dia 03 de setembro, pelas 16h, a inauguração da exposição coletiva de artes plásticas “Peregrinação. A partir dos painéis de São Vicente”.

O projeto, uma organização e produção da Tertúlia Associação Sócio-Cultural de Aljezur, integra intervenções dos artistas plásticos Ana Celorico Machado, Christoph Rumpf, Bettina Semmer, Joana Villaverde, Pedro Leitão e textos de Jacinto Palma Dias.
Convocando a força dos Painéis de S. Vicente atribuídos a Nuno Gonçalves, obra ícone da cultura portuguesa ligada à época e à história da expansão portuguesa, e do Cabo de S.Vicente, ponto último da peregrinação e de culto deste santo, a intervenção coletiva em espaços vários da Fortaleza de Sagres encerra em si o desejo dos artistas, de que o atual espaço monumental retome o seu papel de local de peregrinação e que ao longo dum período de tempo uma sucessão de intervenções plásticas deixe a sua marca, como as camadas duma história que se faz, as marcas deixadas num local pelos passantes. 
As intervenções, partem de uma interação com o próprio monumento, remetem para a ideia de descoberta, de estratificação do processo histórico, cruzando a deslocação no espaço e a viagem no tempo, na procura e no encontro com os outros, numa reinterpretação que pretende fazer a ponte com a actualidade.

A inauguração contará ainda com a leitura de textos de Jacinto Palma Dias, apontamentos musicais e uma performance culinária com o Chefe José Pinheiro.

A exposição estará patente até dia 24 de setembro e decorre no âmbito do programa da Direção Regional de Cultura do Algarve – DiVaM 2016 – O Espírito do Lugar, em parceria com agentes culturais da região.

convite apresentação do livro

"Contributos para a história da alimentação algarvia" de Luísa Martins

edição da Direção Regional de Cultura do Algarve

 

A Direção Regional de Cultura do Algarve e a Câmara Municipal de Tavira convidam para a apresentação do livro "Contributos para a história da alimentação algarvia" de Luísa Martins, edição da Direção Regional de Cultura do Algarve e que acontecerá no âmbito da Feira da Dieta Mediterrânica, no dia 2 de setembro no Clube de Tavira, pelas 18H.

Esta é a 2ª publicação no âmbito da nova linha editorial e da política de publicações iniciada em 2014 pela Direção Regional de Cultura do Algarve.

Com a consagração da Dieta Mediterrânica como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, a alimentação ganhou uma atenção especial na região e no país.

O estudo da memória escrita nas actas de vereação do concelho de Loulé de 1384 a 1488 que Luísa Martins nos trás, revelou-se um património riquíssimo, que demonstra como esta necessidade básica fundamental para a nossa subsistência, determinou confrontos e decisões políticas.   

O passado do Algarve tem vindo a ser construído a partir da investigação da documentação histórica disponível e do seu estudo. Esta nova edição dá um novo contributo para a ampla difusão desse conhecimento.

Informamos ainda sobre outras actividades promovidas no âmbito da Feira da Dieta Mediterrânica pela Direção Regional de Cultura do Algarve:

Para além da presença institucional na Feira em stand, terão ainda lugar Workshops diários de doce fino de Lagos, promovidos pela Associação de Artesãos do Barlavento. O Doce Fino de Lagos encontra-se em processo de inventariação e registo no inventário nacional do Património Cultural Imaterial, em estreita parceria com a Associação de Artesãos do Barlavento e com o apoio da Direção Regional de Cultura do Algarve.

Estas ações integram o Plano de Actividades para a Salvaguarda da Dieta Mediterrânica que está a ser desenvolvido em rede na região com a participação de várias entidades.

Esperamos contar com a sua presença e contributo na salvaguarda deste Património da Humanidade.

    Alexandra Rodrigues Gonçalves

Diretora Regional da Cultura do Algarve

Cartaz Bando Surunyo

“Sons Antigos a Sul” - Bando de Surunyo

Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe, próximo dia 26 de agosto, pelas 17 horas

 

A V Edição do Ciclo de Música Antiga “Sons Antigos a Sul”, na Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe, irá encerrar no próximo dia 26 de agosto, pelas 17 horas, com o Bando de Surunyo, e o tema "Loas, romances e vilancicos nos tempos da Restauração (1640 - 1668)”. 

O Bando de Surunyo é um ensemble português sediado no Porto dedicado à interpretação de música inédita composta em Portugal no século XVII. O agrupamento consiste num octeto vocal (três sopranos, dois altos, um tenor, um barítono e um baixo) e três instrumentos de baixo contínuo (viola da gamba, baixão e corda pulsada). Os concertos d’O Bando de Surunyo estão concebidos para poderem incorporar uma componente cénica, baseada na dança e gestualidade barroca, com a participação de um a três bailarinos. O nome do ensemble é retirado da obra A Minino tam Bonitio, significando Bando de Estorninhos. 

Integram este ensemble português:

Tiple - Ana Vieira Leite, Marta Martins, Tania Esteves;

Alto - Patrícia Silveira, Tiago Ribeiro José Leite;

Tenor - Carlos Meireles;

Baixo - Sérgio Ramos;

Viola da gamba - Carmina Repas Gonçalves;

Violas de cinco e seis ordens - Hugo Sanches;

Baixão e direcção - Mélodie Michel;

Orientação científica - José Abreu, Paulo Estudante

Esta é uma iniciativa produzida pela Academia de Música de Lagos, integrada no ciclo “Música no DiVaM” do programa DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos – 2016 promovido pela Direção Regional de Cultura do Algarve em parceria com agentes culturais da região.

DIA NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS - 1 SETEMBRO

Comemoração Regional| 1 setembro| Largo da Sé | FARO | 21h30

As bandas filarmónicas representam uma parte expressiva do total de agrupamentos musicais não profissionais em Portugal, com intervenção notória a nível local, remontando a história da sua atividade ao primeiro quartel do seculo XIX.

A sua presença é particularmente indispensável nas festas religiosas e em atos solenes, cruzando vários domínios musicais nos seus repertórios, para além de se constituírem como uma rede paralela de escolas de música em todo o país.

Das cerca de 700 bandas filarmónicas e fanfarras em atividade no país, sensivelmente metade é associada e mantém uma relação privilegiada com a Fundação Inatel, cuja ação se tem pautado pelo estímulo à continuidade da expressão cultural e artística destes agrupamentos musicais e culturais e pelo contributo estruturado para a sua atividade continuada, através da concessão de apoio para aquisição e reparação de instrumentos, da promoção de concursos de incentivo à criação e composição, de formações em várias áreas, de intercâmbios e de outras participações.

Hoje, as Bandas Filarmónicas constituem-se como meios de dinamização cultural e musical, assumindo funções socioeconómicas de grande valor, que é importante aproveitar e incentivar pois possuem um papel essencial na democratização da música, bem como se constituem em espaços de partilha, de inclusão e de promoção de coesão social. Como demonstração do reconhecimento do trabalho que as bandas desenvolvem a favor da sociedade e da cultura, em 2013 o Governo instituiu o dia 1 de Setembro como o Dia Nacional das Bandas Filarmónicas.

À semelhança do ano passado, a Fundação INATEL realiza uma comemoração regional em Faro, numa parceria estreita com a Direção Regional da Cultura do Algarve e o Município de Faro, contando com o apoio do Teatro das Figuras e da Confederação Musical Portuguesa no apoio à divulgação.

Cartaz Sons Antigos do Sul 19 de agosto

 

V Edição do Ciclo de Música Antiga “Sons Antigos a Sul”, na Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe.

 

O próximo concerto do ciclo será já no próximo dia 19 de agosto, pelo DUO LUNDÚ, com o tema “Modinhas e Lundús”.

O programa apresentado irá permitir ao público conhecer uma parte importante do espólio da música erudita portuguesa do séc. XIX, com a interpretação de algumas das modinhas e compositores mais emblemáticos, acompanhadas pelo som de uma guitarra romântica de 1800.
Esta é uma iniciativa produzida pela Academia de Música de Lagos, integrada no ciclo “Música no DiVaM” do programa DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos – 2016 promovido pela Direção Regional de Cultura do Algarve em parceria com agentes culturais da região.

NOTAS DO PROGRAMA

Ao longo do séc. XIX, as modinhas tornaram-se na canção de salão por excelência em Portugal e surge em finais do séc. XVIII, associada ao Lundum, um estilo de canção dançada, afro-brasileira. A evolução destas canções deu-se numa constante viagem entre Portugal e Brasil e resultou numa sonoridade em que a fusão de estilos cativou em larga escala os ouvidos das cortes em Portugal e no Brasil, assim como nos salões da alta burguesia. Normalmente de temática amorosa, o fraseado exageradamente romântico e lânguido, vinha também acompanhado de um ritmo sincopado, ornamentando-o de uma sonoridade mais exótica. Acompanhadas ao cravo ou à guitarra, julga-se que este género de canção esteve na origem do Fado. A Modinha teve também a sua evolução que passou por incorporar, uma sonoridade típica da ópera italiana, tão em voga na época. A popularidade deste estilo de canção foi reconhecida e apreciada e depois confirmada em diversas crónicas de ilustres estrangeiros em viagem por Portugal, que as retrataram como melodias enlevadas e lânguidas, carregadas de melancolia e sensualidade em compassos interrompidos.

DUO LUNDÚ

O Duo Lundú é composto pela cantora Joana Godinho e pelo guitarrista José Farinha, músicos profissionais com uma vasta experiência em música de câmara. Os dois músicos começaram a tocar juntos, eram ainda estudantes de música e mantiveram o seu projeto desde então. Tendo-se apresentado em diversos concertos por várias localidades ao longo dos anos, o seu repertório passa pela música erudita ocidental desde o séc. XVI ao séc. XX, com especial incidência no repertório da canção de câmara do séc. XIX, incluindo o rico espólio de alguma música portuguesa. Serão acompanhadas por Daniela Tomaz com o adufe português e o traverso barroco.

Cartaz Noites Fantasticas em Castelos Fantásticos

Castelo de Aljezur 

Noites Fantásticas em Castelos Fantásticos é um programa dirigido a famílias, à população em geral e também a visitantes, que visa valorizar monumentos e envolver a comunidade local, numa lógica de aproximação desta ao monumento, através de várias abordagens, nomeadamente a Interpretação do Património, a Música e o Teatro.

O programa integra-se numa aposta por parte da Vicentina - Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste, em desenvolver e apresentar atividades de cariz cultural diferenciadoras que cruzem áreas culturais e artísticas diversificadas, que proporcionem experiências em torno do património material e imaterial existente no território.

A atividade que terá lugar no Castelo de Aljezur, no próximo dia e noite de 27 de agosto divide-se em duas partes. A primeira parte, denominada Vamos Tomar o Castelo, tem inicio às 18 horas com a receção dos participantes junto ao Mercado Municipal de Aljezur; segue-se uma caminhada pelo centro histórico de Aljezur até ao Castelo.
Já no interior do Castelo de Aljezur existirá um momento de convívio entre mouros e cristãos, que contará com a participação de alguns jovens alunos da escola de música dos Bombeiros Voluntários de Aljezur e elementos do grupo de teatro per-versus.

Este momento - convívio antecipará a apresentação Sítios com História da atriz Neusa Dias, que acontecerá pelas 20h30. Sítios com História é um projeto teatral que nos desafia a conhecer lugares que fazem parte do nosso património, mas que muitas vezes não são de facto observados, ocupados e pensados. A atriz Neusa Dias, apresenta-nos uma abordagem que explora a biografia do lugar, num trabalho com um foco etnográfico e antropológico, como se procurasse a história de vida de um indivíduo, em busca das suas verdades e omissões. Estamos perante um projeto específico do lugar, em que a arte teatral parte deste e neste acaba, e onde o lugar não é um mero espaço decorativo ou palco alternativo, sendo antes protagonista. Por isso, cada apresentação é irrepetível e única.

Na segunda parte, pelas 22h00, o Serão no Castelo, teremos um concerto de M- PeX, músico, compositor e produtor que tem na guitarra portuguesa o traço distintivo da sua identidade musical, mesclando a sua sonoridade com música eletrónica. As suas criações procuram posicionar este instrumento em estéticas sonoras diversificadas, culminando numa confluência musical.

Os interessados em participar na primeira parte do programa, Vamos Tomar o Castelo, deverão inscrever-se através do contacto 282 680 120 ou por mensagem de correio eletrónico, através de vicentina@vicentina.org.

Esta é uma iniciativa produzida pela Vicentina, Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste, integrada no ciclo “DiVaM para os + e - pequenos” do programa de Dinamização e Valorização dos Monumentos / DiVaM 2016, promovido pela Direção Regional de Cultura do Algarve em parceria com agentes culturais da região.

Contactos:

Direção Regional de Cultura do Algarve

E-mail: geral@cultalg.pt  

Telef. 289 896 070

_______________________________________

Fortaleza de Sagres

E-mail: fortaleza.sagres@cultalg.pt

 Telef. 282 620 140

Programa Algarve – de valorização artística e promoção do território

Abertas novas propostas até 23 agosto

DIVULGAÇÃO

 

O Programa Algarve – de valorização artística e promoção do território, nasce de um desafio das Secretarias de Estado da Cultura e do Turismo ao criadores, associações culturais e Municípios do Algarve para apresentarem propostas de forma a construir um programa cultural colaborativo e participado, que visa aumentar a oferta cultural nos meses de outubro de 2016 a maio de 2017.

Nesse sentido, divulga-se a abertura de novo período de apresentação de propostas entre 9 e 23 de agosto para os agentes culturais e criadores que não o tenham realizado na primeira fase.

Para mais informações sobre o Programa Algarve – de valorização artística e promoção do território, bem como para o envio das propostas (de acordo com o formulário em anexo) devem fazê-lo para Dália Paulo dalia.paulo@mc.gov.pt  ou para o telemóvel - 917804605.

Formulário

 

Cartaz - The Golfinch Ensemble

“Sons Antigos a Sul”  - The Goldfinch  Ensemble 

No passado dia 5 de Agosto deu-se início a mais um Ciclo de Música Antiga “Sons Antigos a Sul” na Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe, que se realizará todas as sextas-feiras do corrente mês, pelas 17h00. 

O próximo concerto do ciclo será já no próximo dia 12 de agosto, por The Goldfinch Ensemble. 

O Programa apresentado será centrado na figura emblemática de Elisabeth Jaquet de La Guerre (1665-1729): “Sonatta della signora de la guerre”, com quatro sonatas em trio (violino, flauta e baixo continuo), acompanhando outros trabalhos da compositora, como a sonata para violino e baixo continuo (1707); uma selecção da sua obra “Pieces de Clavecin” (1687); e um extracto da tragédia lírica “Céphale et Procris” (primeira ópera escrita por uma compositora feminina na Académie Royale de Musique, 1693). 

Esta é uma iniciativa produzida pela Academia de Música de Lagos, integrada no ciclo “Música no DiVaM” do programa DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos – 2016 promovido pela Direção Regional de Cultura do Algarve em parceria com agentes culturais da região.

The Goldfinch Ensemble 
Foi fundado em 2014 no seio do Conservatório Real de Haia (Países Baixos), por 4 músicos oriundos de diferentes países e dedica-se ao reportório escrito para cravo, violino barroco, traverso e viola da gamba dos séculos XVII e XVIII. Como estudantes do real Conservatório de Haia, obtiveram formação junto de emblemáticas figuras da música historicamente informada, tais como Wieland Kuijken, Wilbert Hazelzet and Ryo Terakado. Já se apresentaram nos Países Baixos, França, Portugal, Bélgica, Espanha e Alemanha em vários recitais e festivais, tais como MA Fringe Festival em Bruges, Sons Antigos Sul, Fringe Festival Oude Muziek Utrecht, Göttinger Reihe Historischer Musik. Em Fevereiro de 2016 ganharam o primeiro prémio no Internationale Händel-Festspiele Göttingen e em Maio de 2015 receberam o Segundo Prémio na Competição Internacional de Música Antiga do Val de Loire (França). O Ensemble foi selecionado para o programa EEEmerging de Ambronay, pelo que participarão no Festival de Ambronay e York Early Music Christmas Festival, durante o ano de 2016. Pelo segundo ano consecutivo apresentam-se no Ciclo de Música Antiga Sons Antigos a Sul, resultado de uma parceria com o Conservatório Real de Haia e com o patrocínio deCultugarve.com / sua agenda cultural. http://thegoldfinchensemble.com/

Cartaz "Sons Antigos a Sul" - 2016

O Ciclo de Música Antiga “Sons Antigos a Sul” regressa à Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe

O Ciclo de Música Antiga “Sons Antigos a Sul” regressa à Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe, todas as sextas-feiras de Agosto, pelas 17h00, com quatro ensembles de craveira nacional e internacional: Ludovice Ensemble (Lisboa, PT), The Goldfinch Ensemble (Haia, NL), Duo Lundú (Lagos, Évora PT) e Bando de Surunyo (Porto, PT), numa viagem entre a Europa e o Mundo do século XVII e XVIII.

O Ciclo de Música Antiga “Sons Antigos a Sul” é um projecto anual dirigido pela Academia de Música de Lagos de promoção e divulgação da Música Antiga no Algarve, envolvendo ensembles profissionais nacionais e internacionais, sob fundação de Elsa Mathei.

“Género & Diáspora” é o tema para 2016, abordando questões sociais que são transversais à História Mundial como a migração e igualdade de género.

Este festival foi reconhecido em 2015 e 2016  com o título de qualidade EFFE [Europe for Festivals, Festivals for Europe], da EFA [European Festivals Association], um projecto piloto da Comissão Europeia que procura distinguir e dinamizar os melhores Festivais de toda a Europa.

Conta com o apoio da Direcção Regional de Cultura do Algarve, o Real Conservatório de Haia, Países Baixos e Cultugarve.com na sua agenda cultural.

Programa

O Programa especificamente recolhido para este concerto pelo Ludovice Ensemble é composto por obras instrumentais francesas e italianas influenciadas por esse mundo maravilhoso e desconhecido da China do período barroco. O Ludovice Ensemble propõe não uma viagem à China, enquanto realidade geográfica e histórica, mas antes uma jornada a uma terra de devaneio e de sonho, em que a elegância e o refinamento da música barroca se prestam à construção de um idílio sonoro, uma paisagem ideal que corresponde às maravilhas recriadas e encenadas num infindável  número de "Chinoiseries" que reclamavam os palácios europeus setecentistas, e que hoje ainda nos deliciam pela sua surpreendente mistura caprichosa de exotismo e fantasia. " Fernando Miguel Jaloto

5 de Agosto

 "Chinoiseries | Oriente Imaginado" do Ludovice Ensemble que nos trará um programa inédito composto por obras instrumentais francesas e italianas influenciadas por esse mundo maravilhoso e desconhecido que é a China dos séculos XVII e XVIII.

 12 de Agosto

Uma homenagem a Élisabeth Jacquet de La Guerre - uma das mais conhecidas mulheres-compositoras do Barroco Europeu - pelos holandeses The Goldfinch Ensemble

19 de Agosto

Uma passagem pelas heranças musicais de África e Brasil na Corte Portuguesa de 1800 interpretadas pelos Duo Lundú

26 de Agosto

Esta 5ª Edição dos Sons Antigos a Sul terminará com uma apoteose vocal dos jovens "Bando de Surunyo" com apresentação de um repertório vernacular do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra escrito em castelhano, português, galego, língua teatral que representa os africanos e quicongo [kikongo].

Nota biográfica

Ludovice Ensemble é um grupo especializado na interpretação de Música Antiga criado em 2004 por Fernando Miguel Jalôto e Joana Amorim, com o objectivo de divulgar o repertório de câmara vocal e instrumental dos séculos XVII e XVIII através de interpretações historicamente informadas, usando instrumentos antigos. O nome do grupo homenageia o arquitecto e ourives alemão Johann Friedrich Ludwig (1673-1752) conhecido em Portugal como Ludovice. O grupo trabalha regularmente com os melhores intérpretes portugueses especializados, e também com prestigiados artistas estrangeiros.  www.ludoviceensemble.com

 

 

LogoPrograma de Apoio à Internacionalização

Estão abertas até 31 de agosto as candidaturas para o Programa de Apoio à Internacionalização das Artes 2016, nas áreas da arquitetura, artes digitais, artes plásticas, dança, design, fotografia, música, teatro e cruzamentos disciplinares.

Com um montante financeiro global disponível de 400.000,00 euros, este programa irá apoiar um número máximo de 45 candidaturas.

O Programa de Apoio à Internacionalização visa o apoio à representação e circulação internacional de artistas e produções artísticas, pelo que as candidaturas deverão propor a apresentação pública de projetos fora do território nacional. Podem candidatar-se as pessoas coletivas e grupos informais com residência fiscal em Portugal continental e pessoas singulares que aqui exerçam maioritariamente a sua atividade profissional.

O prazo limite de apresentação de propostas é de 31 de agosto.

Mais informações aqui - www.dgartes.pt

 Assinatura do Protocolo de Colaboração para Valorização, Restauro e Conservação da Torre Albarrã do Castelo de Paderne Castelo de Paderne

O Castelo de Paderne está classificado com o grau de Imóvel de Interesse Público, pelo Decreto N.º 516/71 de 22-11, e, beneficia de uma Zona Especial de Protecção, nos termos da Portaria n.º 978/99, Diário da República (2.ªsérie). A sua classificação como um bem de valor cultural nacional atendeu a que corresponde ao paradigma de um hisn - uma pequena fortificação rural hispano--muçulmana do período almóada (2ª metade do século XII e primeiras décadas do século XIII)-  em cujas muralhas foi utilizado um único e já perdido processo construtivo, a taipa militar e que  a estrutura chegou, até nós, mantendo a técnica construtiva e o desenho que lhe deram os seus fundadores, no século XII.

Os vestígios arqueológicos, no interior do castelo, correspondem ao urbanismo islâmico da fundação, às posteriores ocupações medieval e moderna, e, à ruína de uma capela que teria a actual configuração, em inícios do séc. XVIII.

No âmbito regional, pelas suas características estruturais e pela qualidade ambiental e paisagística da sua envolvente, o castelo de Paderne impõe-se como um notável valor cultural, que ganha um reforçado sentido devido à sua plena compatibilidade com o uso turístico, associado ao facto de se situar no concelho de Albufeira, município que acolhe uma elevada percentagem do movimento turístico da região algarvia.

Subentende-se a conveniência de valorizar este bem cultural, de significado histórico-cultural impar na região. Para isso é necessário a continuação de obras de conservação e restauro dos módulos de taipa almóada, agora na Torre Albarrã utilizando, como em anterior intervenção piloto, os materiais e os processos construtivos compatíveis com a tipologia construtiva deste edifício histórico. O custo total da intervenção está previsto com um valor de oitenta e sete mil quatrocentos e oitenta e oito euros e cinquenta e dois cêntimos, a que acrescerá o IVA à taxa legal.

A Direção Regional de Cultura, que dispõe, com autoria do Arq. Manuel López Vicente, de um projecto de conservação e restauro, para a Torre Albarrã, desde 2010, não conseguiu até à data por questões de orçamentais, satisfazer aquele objetivo, apesar de  o ter mantido entre as suas prioridades.

De acordo com os dois protocolos assinados, dia 28 de julho, nos Paços do Concelho de Albufeira, a Direção Regional de Cultura do Algarve compromete-se a candidatar a obra ao CRESCE 2020,  a Câmara Municipal de Albufeira, em financiar a compartida nacional em 30 000 Euros  e a Fundação Milénio BCP em conceder  um mecenato no valor de 30  000 Euros.

Regista-se com satisfação esta parceria inovadora entre as três entidades, em favor da valorização do património algarvio,  de que devemos garantir a continuidade às gerações futuras.

Convite

Conferência " Rumo a Sul - A importância da migração de artistas para Sul na cultura do Algarve"

Dia 28 de julho, às 22h, na Casa das Artes em Tavira

Conferência e debate com a participação de Alexandra Gonçalves, Dália Paulo, Ilídio Salteiro, João Cutileiro, Manual Baptista, Nuno Faria, Pedro Cabrita Reis e Xana

 

Cartaz Ensemble Acordeões

Na Fortaleza de Sagres, dia 31 de Julho, pelas 18 horas.

A Orquestra de Acordeões reflete a evolução do ensino desta disciplina na Academia de Música de Lagos /Conservatório de Portimão, sob direcção de Gonçalo Pescada. Em 2012, na sequência do aproveitamento de novos valores da disciplina e da difusão do ensino de acordeão por todo o Algarve, foi formada a Orquestra de Acordeões da Academia, que desde então se tem apresentado em diversos palcos e eventos por todo o Algarve, nomeadamente Dias da Música (2015, CCB, Lisboa). José Dias (Vice-Campeão Mundial 2012), Francisco Monteiro (Finalista Portugal Got Talent 2015), Luís Mira (1º Prémio Concurso João César), Sergio Gladkyy (2º Prémio Troféu Mundial 2015) e Maxim Nedobeshkin (5º Prémio Troféu Mundial 2015) serão alguns dos músicos presentes neste concerto onde o acordeão terá o destaque.  

Esta é uma iniciativa produzida pela Academia de Música de Lagos, integrada no ciclo “Música no DiVaM” do programa DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos – 2016 promovido pela Direção Regional de Cultura do Algarve em parceria com agentes culturais da região.

Recorte do jornal Postal

Num artigo sobre as comunidades criativas, a cultura e o turismo reconhecíamos em 2008 como: "A cultura e as "indústrias criativas" têm sido determinantes para a (re)produção e (re)criação dos espaços urbanos; podemos mesmo afirmar que alguns locais foram reconstruídos ou até concebidos propositadamente para o turismo e para o lazer" - Gonçalves, A. (2008), - "As comunidades criativas, a cultura e o turismo", Revista dos Algarves, pp.10-18.

Falava-se à data na necessidade das cidades e das regiões de serem criativas, de promoverem novas estratégias de regeneração e de dinamização do seu tecido económico e social. [...]

(Todo o artigo, saído no jornal Postal- Cultura Sul, no dia 8 de julho, aqui)